Nos dias 30 e 31 de agosto, Porto Carvoeiro, na freguesia de Canedo, recebe mais uma edição de “Há Festa na Aldeia”, evento que celebra o melhor da ruralidade, com tradição, criatividade e envolvimento comunitário, com o apoio da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, de acordo com nota de imprensa enviada à Central Press.
Promovida pela ADRITEM, em colaboração com a Associação de Turismo de Aldeia (ATA) e várias entidades locais, esta iniciativa reforça a descentralização cultural como ferramenta de valorização do mundo rural, da identidade local e da coesão territorial.
Durante dois dias, a aldeia transforma-se num palco de memórias e experiências, com uma programação intergeracional e participativa, que vai da gastronomia tradicional à arte contemporânea, da música popular à educação ambiental.
Entre workshops criativos, gastronomia de raiz, concertos intimistas e arruadas populares, o programa integra também propostas inovadoras como expressões artísticas contemporâneas, performances itinerantes e atividades de educação ambiental, sempre com o envolvimento da comunidade.
Destaques do programa:
- Vozes de Manhouce – arruada e concerto de abertura (30 ago, 11h00)
- Diogo Picão – espetáculo “Palavras Caras”, rede Outonalidades (30 ago, 15h00)
- Showcookings com chef Vítor Pinho e bloguer Flor de Sal
- Soul Trio – espetáculo itinerante de música e humor (30 e 31 ago)
- Ricardo Azevedo & Banda Marcial do Vale – 25 anos de carreira (30 ago, 21h30)
- Cavaquinhos, cantares, danças e oficinas criativas (31 ago)
- Coletivo Capela – encerramento musical com selo Outonalidades (31 ago, 18h00)
O evento oferece ainda atividades permanentes para crianças, como contos, oficinas manuais e experiências ambientais, dinamizadas no Recreio d’Aldeia, bem como o projeto Florir a Aldeia, que premeia o embelezamento local.
Uma estratégia cultural que aproxima territórios. Mais do que uma festa popular, “Há Festa na Aldeia” afirma-se como uma aposta estratégica da autarquia na descentralização cultural, criando espaços de encontro e fruição artística fora do centro urbano. Através da valorização dos saberes locais, do património edificado e imaterial, e do envolvimento direto das populações, a iniciativa contribui para a revitalização do território e da sua identidade coletiva.
A entrada é livre e toda a programação decorre no largo do Porto Carvoeiro, transformando a aldeia num verdadeiro museu vivo a céu aberto.
