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GNR registou 13 mortos em mais de 1 200 acidentes na Operação “Natal e Ano Novo 2025/2026”

Redação Central Press/
03/01/2026, 12h06
/
3 min
Operação “Natal e Ano Novo 2025/2026” @GNR
Operação “Natal e Ano Novo 2025/2026” @GNR

A Guarda Nacional Republicana (GNR) registou 1 237 acidentes rodoviários entre 27 de dezembro de 2025 e 2 de janeiro de 2026, período correspondente à terceira fase da operação “Natal e Ano Novo 2025/2026”, denominada “Ano Novo em segurança”. Do balanço provisório resultaram 13 vítimas mortais, 31 feridos graves e 329 feridos ligeiros, de acordo com nota de imprensa enviada à Central Press.

Durante este período, os militares da GNR intensificaram as ações de prevenção da criminalidade, patrulhamento rodoviário e apoio aos condutores, com o objetivo de garantir a segurança das deslocações associadas às festividades de fim de ano.

No total, foram fiscalizados 63 904 condutores. Destes, 806 conduziam sob o efeito do álcool, tendo sido detidas 359 pessoas por apresentarem uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 g/l. Foram ainda detidas 126 pessoas por condução sem habilitação legal.

No âmbito da fiscalização rodoviária, foram detetadas 8 026 contraordenações, destacando-se 1 260 por excesso de velocidade, 447 por condução sob influência do álcool, 206 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistemas de retenção para crianças, 182 por uso indevido do telemóvel durante a condução, 1 200 por falta de inspeção periódica obrigatória e 342 por ausência de seguro de responsabilidade civil obrigatório.

Relativamente às vítimas mortais, a GNR adianta que os acidentes ocorreram em vários pontos do país e envolveram despistes, colisões e atropelamentos. Entre os casos registados contam-se acidentes nas autoestradas A1, A41 e A7, bem como em várias estradas nacionais e municipais, envolvendo veículos ligeiros e motociclos. Todas as vítimas mortais eram do sexo masculino, com idades compreendidas entre os 20 e os 85 anos.

A Guarda Nacional Republicana sublinha que irá continuar a priorizar a fiscalização de infrações consideradas de maior risco, nomeadamente a condução sob a influência do álcool e de substâncias psicotrópicas, o excesso de velocidade, o uso indevido do telemóvel, a não utilização do cinto de segurança e dos sistemas de retenção para crianças, bem como a falta de inspeção periódica e de seguro obrigatório. A incorreta execução de manobras perigosas, como ultrapassagens e mudanças de direção, continuará também a merecer especial atenção.

A GNR apela à responsabilidade de todos os condutores, reforçando que o cumprimento das regras de trânsito é essencial para reduzir a sinistralidade rodoviária e salvar vidas.

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