O Mosteiro de Santa Maria de Seiça acolhe, no próximo dia 25 de janeiro, pelas 15h00, a visita de encerramento da exposição “Dispersos: Fragmentos de Memória”, orientada pela professora Sandra Costa Saldanha, diretora do Museu Nacional de Machado de Castro (MNMC). A iniciativa tem entrada livre, de acordo com nota de imprensa enviada à Central Press.
A visita assinala o momento final de uma mostra que trouxe ao Mosteiro de Seiça um conjunto excecional de 40 esculturas pétreas provenientes das reservas do MNMC. Tratam-se de obras que, durante décadas, permaneceram dispersas, anónimas e silenciosas, oriundas de antigas igrejas e conventos entretanto transformados, vendidos ou espoliados, e que hoje se apresentam recuperadas e valorizadas.
Instalada no mosteiro cisterciense recentemente requalificado e classificado como Monumento Nacional, a exposição promoveu um diálogo singular entre patrimónios que partilharam trajetórias de abandono, dispersão e posterior revalorização. Neste enquadramento, a visita de encerramento constitui uma oportunidade privilegiada para aprofundar a leitura histórica, artística e simbólica das peças, sob a orientação da responsável científica da exposição.
O programa inclui ainda, pelas 16h00, um apontamento musical a cargo do Coral David de Sousa, reforçando a dimensão sensorial e cultural do evento e proporcionando uma experiência integrada entre património, música e espaço arquitetónico.
A exposição “Dispersos: Fragmentos de Memória” resulta de uma parceria entre o Museu Nacional de Machado de Castro e a Câmara Municipal da Figueira da Foz, através da Divisão de Monumentos Históricos, afirmando o Mosteiro de Santa Maria de Seiça como um polo ativo de cultura, reflexão e fruição patrimonial no território.
