Este sábado, dia 21 de fevereiro, o Mercado Municipal Engenheiro Silva foi palco da terceira edição do Concurso Gastronómico do Arroz-Doce, uma iniciativa do Município da Figueira da Foz que tem como objetivo promover o “Arroz Carolino” produzido no Concelho da Figueira da Foz. O Concurso, que decorreu durante a manhã e atraiu muitos curiosos ao Mercado Municipal, contou com a participação das 17 freguesias do concelho, de acordo com nota de imprensa enviada à Central Press.
Depois de uma prova cega, o júri, composto por cinco elementos: Maria José Costa (EPFF-INTEP); Pinto da Costa (Associação de Orizicultores de Portugal); Claúdio Neto (Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz); Cláudia Rocha (vereadora da Câmara Municipal da Figueira da Foz) e Marco Santos (Chef do Restaurante Joia), elegeu o arroz-doce da freguesia de Alhadas como vencedor. O segundo lugar foi atribuído à freguesia de Quiaios, o terceiro à de Vila Verde, o quarto, ex-áqueo, às freguesias de Buarcos, Moinhos da Gândara e Santana, e o quinto à freguesia de Tavarede.
Para além do prémio pecuniário, as freguesias classificadas nos cinco primeiros lugares terão a oportunidade de dar o seu arroz-doce a provar na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), que decorrerá de 25 de fevereiro a 1 de março, na FIL, no Parque das Nações.
Para além do vereador Manuel Domingues, da vereadora Olga Brás e do vereador eleito pelo Chega, Hugo Fresta, também o presidente da Câmara Municipal, Pedro Santana Lopes, esteve presente na iniciativa. Pedro Santana Lopes interveio após a entrega de prémios, para dar “uma novidade”. O júri do próximo concurso gastronómico do arroz-doce não irá integrar qualquer elemento da câmara municipal. “Não deve estar ninguém da Câmara Municipal”, advogou.
O autarca dirigiu-se diretamente aos concessionários do mercado, para lhes dar nota que: “Acha que está na altura de entrar num novo ciclo. Enriquecer o mercado ainda mais, como foi feito noutras cidades, nomeadamente em Lisboa e no Porto e noutras (…) onde os mercados atraem muita gente.” “Vamos tentar fazer isso, naturalmente com a participação dos que cá trabalham, e que vão continuar, não tenham receio nenhum. Está na altura de iniciar um novo ciclo”, sublinhou.
Pedro Santana Lopes aproveitou o momento para agradecer a todos os presidentes de Junta o “trabalho que têm feito depois das tempestades que nos assolaram, absolutamente inexcedível”.
