O Teatro Municipal da Covilhã (TMC) conquistou um financiamento de 600 mil euros para o quadriénio 2026-2029, correspondente a 150 mil euros anuais, no âmbito da candidatura aos apoios à programação da Rede de Teatros e Cineteatros da Direção-Geral das Artes, de acordo com nota de imprensa enviada à Central Press.
Os resultados foram divulgados esta quinta-feira, 26 de fevereiro, e representam o reconhecimento da qualidade da candidatura apresentada e da consistência da programação artística desenvolvida pelo equipamento municipal, bem como da estratégia cultural delineada para os próximos anos.
De acordo com a informação divulgada, o TMC destacou-se entre os equipamentos culturais da região, alcançando a primeira classificação no território da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela. O teatro passa, assim, a integrar o conjunto de estruturas contempladas com apoio financeiro regular no âmbito desta linha de financiamento.
A candidatura aprovada destina-se ao desenvolvimento de programação artística e assume um caráter pluridisciplinar e agregador, envolvendo estruturas artísticas do concelho e da região como eixo diferenciador da proposta. O projeto pretende consolidar o TMC como plataforma de articulação entre criação contemporânea, conhecimento, território e comunidade, potenciando sinergias a nível local, regional e nacional.
O plano de programação para 2026-2029 estrutura e amplifica linhas de trabalho que têm vindo a ser desenvolvidas desde janeiro, sob a nova direção artística, abrangendo áreas como cinema, arquitetura, artes visuais, cruzamentos disciplinares, teatro, música e novos horizontes sonoros. O objetivo passa por reforçar o posicionamento do equipamento enquanto espaço de criação, pensamento e experimentação contemporânea.
Em nota enviada à comunicação social, o presidente da Câmara Municipal da Covilhã, Hélio Fazendeiro, considera que o apoio agora atribuído confirma o mérito do trabalho realizado e representa um contributo essencial para consolidar a aposta do atual executivo na cultura, afirmando o TMC como estrutura estratégica para o território.
