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Governo avança com plano urgente para remover madeira após tempestade Kristin

Redação Central Press/
27/02/2026, 11h40
/
3 min
Reunião com o secretário de estado das Florestas, Rui Ladeira @CM Marinha Grande
Reunião com o secretário de estado das Florestas, Rui Ladeira @CM Marinha Grande

O secretário de estado das Florestas, Rui Ladeira, participou esta quarta-feira, 26 de fevereiro, numa reunião na Marinha Grande dedicada à operacionalização da retirada de madeira e às medidas de recuperação na sequência da tempestade Kristin, de acordo com nota de imprensa enviada à Central Press.

O encontro decorreu no Auditório do Edifício da Resinagem e reuniu o presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande, Paulo Vicente, o coordenador da Estrutura de Missão, Paulo Fernandes, o presidente da Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria, Jorge Vala, bem como representantes do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e das comunidades intermunicipais de Aveiro, Coimbra, Oeste, Beira Baixa e Médio Tejo.

A reunião teve como objetivo estruturar uma resposta articulada e urgente aos impactos da tempestade, que provocou a queda de grandes quantidades de material lenhoso. Segundo os responsáveis, esta situação aumenta o risco de incêndio florestal, a proliferação de pragas e cria constrangimentos nas infraestruturas e acessibilidades.

Durante a sessão, Rui Ladeira defendeu a necessidade de intervenção imediata no terreno, indicando que a operacionalização das medidas deverá iniciar-se no começo da próxima semana, em articulação com as comunidades intermunicipais. O governante referiu ainda que o equipamento confiado às CIM será mobilizado para apoiar os trabalhos de desobstrução e que será implementado um plano fitossanitário para minimizar o impacto de pragas e doenças associadas à madeira caída.

O presidente da Câmara da Marinha Grande sublinhou a importância de uma estratégia clara e de ação a curto prazo, destacando a necessidade de garantir acessos e proteger pessoas e infraestruturas, com coordenação da Estrutura de Missão e apoio financeiro do Governo.

Também Paulo Fernandes enfatizou a relevância de assegurar segurança jurídica na atuação das entidades envolvidas e de adotar uma metodologia célere, assente em forte articulação logística e cooperação intermunicipal, alertando para a necessidade de financiamento adequado.

Já Jorge Vala considerou que a Região de Leiria será provavelmente a mais afetada do país pela tempestade, com impactos particularmente severos na Marinha Grande e em Leiria. O responsável alertou para a proximidade do verão e para o aumento do risco de incêndios florestais, defendendo um apoio financeiro direto do Estado e uma abordagem de âmbito nacional para responder a um problema de dimensão regional.

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