O DOC.Coimbra – Festival Internacional de Cinema Documental de Coimbra regressa para a sua terceira edição entre 17 e 22 de março, apresentando um total de 65 filmes provenientes de 33 países, distribuídos por 38 sessões em vários espaços da cidade, de acordo com nota de imprensa enviada à Central Press.
As exibições decorrem no TAGV – Teatro Académico de Gil Vicente, no Auditório do IPDJ, no Círculo Sereia – CAPC e na Casa da Esquina. A programação integra 18 longas-metragens e 37 curtas-metragens em competição, divididas pelas secções de Curtas Internacionais, Longas Internacionais e Filmes Lusófonos (curtas e longas). O festival inclui ainda oito curtas-metragens no Programa Educativo, desenvolvido em parceria com a Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra – Anozero’26.
A sessão de abertura realiza-se a 17 de março, às 18h30, no TAGV, com um concerto de Filipe Furtado Trio, seguido da exibição de Mamã Guiné (Portugal/Guiné-Bissau), de Maurício Franco e Filipe Traslatti. O encerramento está marcado para 22 de março, antecedido pela exibição, às 18h, de Criaturas Da Mente (Brasil), de Marcelo Gomes, culminando com a cerimónia de entrega de prémios.
Entre os destaques da competição lusófona encontram-se títulos como Salatinas – Histórias da Velha Alta de Coimbra, Caronte e Os Avós. No panorama internacional, a seleção inclui obras oriundas da Europa, América Latina, Médio Oriente e Ásia, refletindo a diversidade geográfica e temática do festival.
Para além das exibições, o DOC.Coimbra promove uma secção retrospetiva dedicada à realizadora Leonor Areal, com seis filmes apresentados na Casa da Esquina. A programação paralela integra ainda o DOC.LAB Coimbra, laboratório de projetos documentais com duas turmas internacionais, duas masterclasses conduzidas por Leonor Areal e Catarina Alves Costa, sessões de perguntas e respostas com realizadores e a exposição “KIKAKUI”, do artista visual angolano Hamilton Francisco “Babu”, patente na Sala Verde do TAGV.
O Programa Educativo, centrado nos temas das ancestralidades, migrações e deslocamentos, inclui oito sessões para escolas e jovens, bem como um ciclo de quatro workshops com curadoria do CES-UC, a decorrer no Círculo Sereia – CAPC.
Produzido pela Associação Cultural DOK.Coimbra, em coprodução com o TAGV e a Bienal Anozero, o festival conta com o apoio de diversas entidades públicas e privadas, consolidando-se como uma plataforma de exibição, reflexão e desenvolvimento do cinema documental em Portugal.
Com uma programação alargada e presença internacional reforçada, o DOC.Coimbra afirma-se como um dos principais eventos dedicados ao documentário no panorama cultural nacional.
