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Tondela conquista certificação e entra na Rede Nacional de Estações Náuticas

Redação Central Press/
04/03/2026, 14h45
/
3 min
Estação Náutica de Tondela certificada @CM Tondela
Estação Náutica de Tondela certificada @CM Tondela

A Estação Náutica de Tondela acaba de ser certificada. A certificação foi entregue ao Município pelo Fórum Oceano na última quinta-feira, dia 26 de fevereiro, durante a BTL, que teve lugar na Feira Internacional de Lisboa (FIL), no Parque das Nações, de acordo com nota de imprensa enviada à Central Press.

O certificado e a bandeira de adesão a este projeto foram recebidos pelo vice- presidente da Câmara, Jorge Soares, no stand da Entidade Regional do Turismo do Algarve. Na cerimónia participou ainda o vereador com o pelouro do Desporto, Francisco Fonseca.

A Estação Náutica de Tondela é composta por um conjunto de seis polos em Tondela (Parque Fluvial Dinha), Nandufe (Zona de Lazer), Sangemil (Zona Lazer), Mosteiro de Fráguas (Dinha Parque), São João do Monte (Zona de Lazer do Paraíso) e Ferreirós do Dão (Zona de Lazer).

O projeto abrangerá a realização de diversas atividades e iniciativas aquáticas, de pesca, a canoagem, passando pelo stand up paddle, entre outras.

A Estação Náutica de Tondela tem vários parceiros, entre os quais o Agrupamento de Escolas Tomaz Ribeiro, o Agrupamento de Escolas Cândido Figueiredo, o Instituto Português do Desporto e Juventude, o Turismo do Centro, algumas federações de modalidades, associações e ainda operadores turísticos e de animação turística.

O Posto de Turismo de Tondela será o local oficial de acolhimento da Estação Náutica, com um espaço dedicado à promoção das atividades próprias, bem como dos parceiros.

A rede nacional é composta atualmente por 51 estações náuticas certificadas, localizadas de norte a sul do país, contando com cerca de 2.000 parceiros, sendo que cerca de 60% são empresas.

A Rede das Estações Náuticas de Portugal, é um projeto do Fórum Oceano, funcionando como uma plataforma de coordenação local e qualificação da oferta, integrando municípios, empresas e entidades públicas e privadas para estruturar experiências e serviços náuticos.

A ideia passa por reduzir a sazonalidade através de experiências náuticas com procura fora da época alta (desporto, natureza, bem-estar, experiências fluviais e costeiras), promover a coesão territorial ao ativar também águas interiores e destinos menos expostos mediaticamente, com efeitos na distribuição de fluxos turísticos.

Pretende ainda captar eventos e estágios, com estadias mais longas e maior despesa no destino, qualificar a oferta, provocar um efeito de cadeia de valor na economia local e promover a sustentabilidade e gestão responsável do recurso “água”, com foco na compatibilização de usos, sensibilização e boas práticas.

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