A Câmara Municipal (CM) de Coimbra inaugurou hoje, dia 5 de março, o monumento a Monsenhor Nunes Pereira, numa cerimónia que decorreu esta manhã, na rua Monsenhor Augusto Nunes Pereira, na freguesia de Santo
António dos Olivais, de acordo com nota de imprensa enviada à Central Press.
A iniciativa, que evocou a memória e o legado de uma das figuras mais marcantes da vida religiosa, cultural e cívica da cidade, insere-se nas Comemorações da Comissão de Homenagem a Monsenhor Nunes Pereira.
A sessão contou com a presença da presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Ana Abrunhosa, dos vereadores Margarida Mendes Silva e Luís Filipe, do presidente da Junta de Freguesia dos Olivais, Francisco Rodeiro, do reitor do Seminário Maior de Coimbra, Nuno Santos, e da diretora do Museu Nacional de Machado de Castro, Sandra Costa Saldanha, em representação da Comissão de Homenagem a Monsenhor Nunes Pereira, bem como do artista plástico José Pimentel, autor da obra agora instalada no espaço público, e dos arquitetos João Neves e António Monteiro.
A escultura materializa, no espaço urbano, a memória de uma personalidade profundamente ligada à cidade e às suas instituições, perpetuando o seu exemplo junto das gerações futuras. O monumento presta tributo a Monsenhor Augusto Nunes Pereira, reconhecendo o seu contributo ímpar para a Igreja, para a cultura e para a sociedade conimbricense, bem como o seu papel enquanto dinamizador de iniciativas de relevante impacto espiritual e patrimonial.
“Hoje inaugurámos uma singela homenagem a Monsenhor Nunes Pereira”, destacou a presidente da Câmara Municipal de Coimbra, considerando que lhe é feita “justiça”. “Honramos a memória e a história de um homem da religião, mas também de um artista que expressava a sua arte em diferentes dimensões”, enalteceu Ana Abrunhosa, que salientou ainda que esta obra de homenagem nasce da iniciativa de cidadãos, abraçada também pela Diocese e pela Câmara Municipal de Coimbra, desde o anterior executivo.
A obra, concebida por José Pimentel e com projeto dos arquitetos João Neves e António Monteiro, foi pensada para dialogar com o espaço envolvente, afirmando-se como um novo ponto de referência na malha urbana e como sinal de reconhecimento público pelo percurso e dedicação de Monsenhor Nunes Pereira à comunidade.