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PJ detém cidadão fortemente indiciado pela prática de um duplo homicídio

Redação Central Press/
26/03/2026, 08h48
/
2 min
Polícia Judiciária ©PJ
Polícia Judiciária ©PJ

No passado dia 24, durante uma operação de controlo de trânsito e fiscalização, na localidade de Longroiva – Mêda, os Militares do Posto Territorial da Meda da GNR detetaram um cidadão francês, acompanhado de dois menores, de acordo com nota de imprensa enviada à Central Press. 

Nesta sequência verificaram que os documentos apresentados expunham fortes indícios de falsificação, razão pela qual o cidadão foi conduzido ao Posto acima identificado a fim de ser aferida a veracidade da suspeita, pelo que foi detido em flagrante delito pelo crime de falsificação.

Efetuada busca à viatura, foram encontradas uma arma de fogo e cerca de 17 mil euros em numerário. Nas diligências subsequentes, verificou-se que o detido, militar da Gendarmerie Nacional, estava referenciado como sendo suspeito da prática de crimes graves, designadamente rapto e outros ilícitos criminais de elevada gravidade, incluindo a suspeita de homicídio.

Foi contactado o Piquete do Departamento de Investigação Criminal da Guarda, tendo sido imediatamente acionada para o local uma equipa de Investigação Criminal e uma segunda de Polícia Científica.

Da confrontação entre a informação recolhida pelo Comando da GNR da Guarda com a efetuada pela PJ, desenvolveu-se uma análise de risco, avaliando-se que existia uma forte possibilidade de se estar perante um duplo homicídio, desencadeando-se as necessárias diligências de investigação.

Ainda durante a noite de dia 24 de março, a PJ obteve robustos elementos de prova que, durante a manhã de ontem, permitiram localizar dois corpos, presumivelmente da companheira e a ex-companheira do referido cidadão, enterradas em local ermo, cuja diligência foi presidida pelo Procurador titular da ação penal.

Continuam a ser desenvolvidas as diligências necessárias à identificação das vítimas e à consolidação da prova.

Contou-se a todo o momento com a disponibilidade de colaboração das diversas valências do Comando da Guarda da GNR.

O inquérito é titulado pelo Ministério Publico de Mêda, onde o detido será presente a primeiro interrogatório judicial.

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