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Burlão dos “Euros negros ou marcados” extraditado para Portugal

Redação Central Press/
16/04/2026, 12h26
/
2 min
Envelope dinheiro @PJ
Envelope dinheiro @PJ

A Polícia Judiciária (PJ), através da Diretoria de Lisboa e Vale do Tejo e da Unidade de Cooperação Internacional, procedeu à extradição, do Senegal para Portugal, de um homem de 59 anos, suspeito da prática do crime de burla qualificada, vulgarmente designada de “euros negros ou marcados”, de acordo com nota de imprensa enviada à Central Press.

Os factos que levaram à detenção e extradição do suspeito remontam a janeiro e junho de 2022, numa altura em que o mesmo se encontrava em liberdade condicional, na sequência do cumprimento de pena de prisão por condenação pela prática de crimes idênticos, pelo menos desde 2017.

Passando-se por diplomata de um país africano, o suspeito, aliciou as vítimas a entregar-lhe bens e dinheiro no montante de 57 mil euros, recebendo dele em troca maços de notas de 50 euros com marcas que totalizavam quantias superiores, que deveriam ser limpas com uma solução à base de lixívia.

Depois de efetuarem os procedimentos de limpeza mencionados pelo suspeito, os lesados vieram a constatar que as marcas não saíam e que as notas eram falsas.

O homem, que sabia ser procurado pelas autoridades portuguesas, encontrava-se foragido de Portugal, desde 2022, tendo sido detido pelas autoridades senegalesas, na sequência da emissão de mandado de detenção internacional emitido pelas competentes autoridades judiciárias portuguesas.

Na sequência da extradição, o suspeito foi prontamente presente a primeiro interrogatório judicial de arguido detido, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de prisão preventiva.

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