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Rui Morais eleito presidente do Conselho Fiscal do Conselho Nacional de Juventude

Redação Central Press/
16/04/2026, 12h35
/
2 min
Rui Morais ©ISMT
Rui Morais ©ISMT

Rui Morais, estudante de Gestão no Instituto Superior Miguel Torga (ISMT), foi eleito presidente do Conselho Fiscal do Conselho Nacional de Juventude (CNJ). A eleição decorreu no passado dia 11 de abril, durante a 109ª Assembleia Geral da organização, realizada na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, no âmbito da renovação de órgãos para o mandato 2026-2028, de acordo com nota de imprensa enviada à Central Press.

O Conselho Nacional de Juventude, criado em 1985 e reconhecido pela Assembleia da República, é a principal plataforma de representação da juventude em Portugal, reunindo organizações partidárias, estudantis, culturais e associativas. Aos 22 anos, assume funções como o elemento mais jovem eleito para os órgãos do CNJ no atual mandato.

Rui Morais exerce atualmente funções como presidente da direção da Associação de Estudantes do Instituto Superior Miguel Torga (AEISMT). Sob a sua liderança, a associação tem reforçado a sua intervenção no setor do ensino superior, um trabalho que contribuiu para a sua eleição como presidente da Federação Nacional do Ensino Superior Particular e Cooperativo (FNESPC), estrutura representativa do setor Particular e Cooperativo em Portugal.

O estudante, natural da Lousã, construiu o seu percurso no associativismo em diferentes áreas, incluindo o associativismo juvenil, estudantil, cultural e social, assumindo um papel ativo na representação de estudantes e jovens e na participação em processos de decisão e intervenção com impacto no setor.

Paralelamente, esteve envolvido em organizações e projetos de valorização do território, com particular enfoque no interior do país, assumindo intervenção em matérias de coesão territorial e na afirmação da participação jovem fora dos grandes centros urbanos.

Relativamente às novas funções, Rui Morais aponta como prioridade o reforço da consistência institucional do CNJ. O presidente eleito do Conselho Fiscal defende um acompanhamento do funcionamento da instituição que garanta rigor nos processos e equilíbrio entre os diferentes órgãos, afirmando que a credibilidade interna é determinante para a influência da organização no debate político.

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