O Museu da Covilhã realizou, na passada terça-feira, 21 de abril, um simulacro de incêndio e evacuação para testar a prontidão dos meios de socorro e os procedimentos internos de segurança, de acordo com nota de imprensa enviada à Central Press.
A operação, que envolveu um total de 17 operacionais dos Bombeiros Voluntários da Covilhã, da PSP e do Serviço Municipal de Proteção Civil, inseriu-se nas celebrações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios. O exercício permitiu resolver a situação de emergência num período inferior a 15 minutos.
Segundo os responsáveis, a principal dificuldade detetada pelos funcionários durante a evacuação foi a velocidade de propagação do fumo, que resultou numa perda rápida de visibilidade dentro do edifício de três pisos.
De acordo com a coordenação do museu e a Proteção Civil municipal, os procedimentos seguiram uma hierarquia de prioridades clara: primeiro, a salvaguarda de pessoas e, numa segunda fase, o resgate das obras de arte do acervo, as quais já se encontram previamente identificadas para salvamento prioritário.
O balanço da iniciativa foi considerado positivo, tendo cumprido o objetivo de validar o plano de evacuação e identificar áreas passíveis de melhoria nas medidas de autoproteção do imóvel.
Para o corpo de bombeiros, o exercício foi fundamental para treinar o controlo de fogo num edifício de elevado valor patrimonial, simulando um cenário de socorro efetivo.