O projeto “Casa Comum” regressa ao território de Idanha-a-Nova nos dias 1 e 2 de maio de 2026 para a apresentação do seu sexto episódio, de acordo com nota de imprensa enviada à Central Press.
A iniciativa, promovida pela Arte das Musas, propõe uma criação artística que funde as sonoridades contemporâneas da guitarra elétrica e do contrabaixo com a memória e o canto tradicional da região.
Sob a direção artística de Filipe Faria, os músicos Guilherme Fortunato e Gonçalo Naia desenvolveram este trabalho a partir de duas residências artísticas focadas no contacto direto com o território e as suas comunidades.
O processo criativo contou com a colaboração dos Grupos de Canto Tradicional da Universidade Sénior de Idanha-a-Nova (USIN), abrangendo as faculdades de Penha Garcia, Salvaterra do Extremo, Segura e Rosmaninhal, e da Filarmónica Idanhense.
O programa de apresentações inicia-se a 1 de maio, às 21h30, com um concerto de estreia na Antiga Sé de Idanha-a-Velha. No sábado, dia 2 de maio, a criação regressa às comunidades que a inspiraram através de três encontros com entrada livre: em Penha Garcia (11h00), Salvaterra do Extremo (14h30) e Segura (16h30).
Esta iniciativa é um projeto original da Arte das Musas, contando com o apoio da Direção-Geral das Artes (DGARTES) e do Município de Idanha-a-Nova.
A proposta visa consolidar o posicionamento do concelho na rede de Cidades Criativas da UNESCO, transformando histórias locais e memórias coletivas em experiências sonoras contemporâneas.