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Apreensão da PJ resgata obras assinadas por Picasso e Miró

Redação Central Press/
23/04/2026, 19h06
/
2 min
Operação Mordomo @PJ
Operação Mordomo @PJ

A Polícia Judiciária (PJ), através da Diretoria do Centro, realizou um conjunto de buscas, domiciliárias e não domiciliárias, em Penalva do Castelo, que levaram à apreensão de 278 obras de arte, alegadamente pertencentes a um cidadão norte americano, falecido em 2024, e que se encontravam na posse de um seu antigo funcionário, de acordo com nota de imprensa enviada à Central Press. 

Entre as apreensões, foram identificados trabalhos artísticos alegadamente executados por 27 autores diferentes, nomeadamente, Pablo Picasso, Joan Miró, David Hockney, Albrecht Dürer, Pierre Bonnard e Juan Downey.

Trata-se de pinturas, litografias, serigrafias, esculturas e objetos de origem arqueológica, entre outros bens culturais.

Algumas obras aparentam ser produções artísticas e arquitetónicas realizadas no período “antes de Cristo” (a.c.), abrangendo a Pré-História e a Antiguidade.

Do espólio, contam-se esculturas datadas entre o séc. I (a.c.) e o séc. XVIII, bem como artefactos arqueológicos dos períodos Neolítico, Greco Romano e de diversas origens, tais como a Pérsia, o Médio Oriente, a América Central e Sul, África, China e Síria.

As diligências da PJ foram efetuadas em estreita colaboração com peritos do Museu Nacional Machado de Castro.

As investigações prosseguem, sendo o inquérito titulado pelo DIAP de Viseu.

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