Mais de 50 anos depois da Revolução dos Cravos, o 25 de Abril continua a unir o país entre a celebração e a reflexão. Em 2026, as comemorações voltaram a sair à rua, cruzando cerimónias oficiais, cultura e participação popular, com uma mensagem comum: a liberdade exige compromisso diário.
Entroncamento
Entre memória e responsabilidade democrática
O Entroncamento assinalou a data com cerimónias no Largo José Duarte Coelho e uma sessão solene no Centro Cultural, marcada por intervenções políticas e momentos culturais.
O presidente da Câmara destacou que “o espírito de Abril exige responsabilidade”, defendendo uma democracia capaz de responder às necessidades reais das pessoas.

Mealhada
Liberdade vivida na rua e nas freguesias
Na Mealhada, as comemorações combinaram momentos institucionais com forte envolvimento popular, com iniciativas descentralizadas que mobilizaram todo o concelho.
Penela
Liberdade, jovens e futuro em destaque
Penela destacou-se pelo foco nos desafios das novas gerações, sublinhando que uma democracia sem esperança se fragiliza.
Tarouca
Memória viva e reconhecimento da comunidade
A evocação do passado através de testemunhos marcou as comemorações em Tarouca, num diálogo entre gerações.

Figueira da Foz
Debate intenso sobre o presente da democracia
A sessão ficou marcada por forte pluralidade política e alertas para o desgaste da democracia e necessidade de participação ativa.
Marinha Grande
Multidões, cultura e homenagem à democracia
Milhares de pessoas participaram nas comemorações, com destaque para a noite de 24 de abril e as homenagens institucionais.
Nelas
Solenidade, música e evocação dos pilares de Abril
Em Nelas, a manhã começou com o hastear da bandeira nos quartéis dos Bombeiros Voluntários de Nelas e de Canas de Senhorim, seguindo depois para a Praça do Município, onde as corporações se juntaram numa cerimónia conjunta marcada pelo Hino Nacional, interpretado por professores da Academia Municipal de Artes.
A sessão solene, no Auditório do Edifício Multiusos, reuniu representantes políticos e institucionais, num momento de evocação dos valores da Revolução.
O presidente da Câmara destacou que, mais de cinco décadas depois, direitos como a liberdade de expressão, o acesso à educação e à saúde continuam a ser pilares fundamentais que não podem ser dados como garantidos.
As comemorações incluíram ainda um momento musical evocativo das canções de Abril, reforçando a ligação entre cultura e memória.

Idanha-a-Nova
Liberdade como compromisso e vigilância
O concelho reforçou a ideia de que a liberdade exige vigilância constante, com alertas para o contexto global e a polarização.
Mira
Identidade local como expressão de Abril
A homenagem à Arte Xávega ligou tradição e liberdade, destacando o papel da cultura local.
Tábua
Música e evocação histórica
A música de intervenção marcou as celebrações, evocando o papel cultural da revolução.
Vila Nova de Poiares
Liberdade como compromisso diário
A sessão reforçou o papel da participação cívica e das associações locais na democracia.

Ovar
Políticas concretas para cumprir Abril
O concelho destacou medidas concretas nas áreas da habitação, coesão e sustentabilidade como forma de cumprir Abril.

Águeda
Uma das maiores celebrações na rua
Águeda mobilizou toda a comunidade num desfile e numa celebração participativa da democracia.
Um país unido por Abril, mas atento ao futuro
De diferentes formas, todos os concelhos deixaram a mesma mensagem, a liberdade não é garantida, exige participação, memória e ação.
