No âmbito das comemorações do Dia da Europa, assinalado este sábado, 9 de maio, a Guarda Nacional Republicana (GNR) reafirmou o seu papel estratégico na segurança do espaço europeu e na proteção das fronteiras externas da União Europeia, de acordo com nota de imprensa enviada à Central Press.
Segundo dados da instituição, o esforço operacional em 2025 resultou na projeção de mais de 1300 militares em diversas missões e representações internacionais, abrangendo quatro continentes.
Esta presença internacional é um eixo central da Estratégia da Guarda 2030, que posiciona a força de segurança como um interveniente ativo na política externa e de defesa da União.
No domínio da Política Comum de Segurança e Defesa, a GNR mantém militares na missão EULEX Kosovo, focada no fortalecimento do Estado de Direito, e na EUAM Ukraine, onde equipas especializadas ministraram treino de medicina tática a forças ucranianas.
No continente africano, a atuação da GNR estende-se à Iniciativa para a Segurança no Golfo da Guiné (Benim e Gana), ao programa de combate ao terrorismo GAR-SI Sahel e à missão de assistência militar em Moçambique, com foco na estabilização da região de Cabo Delgado.
A nível de cooperação policial, a GNR integra agências europeias de referência, como a EUROPOL (investigação criminal), a CEPOL (formação) e a FRONTEX (gestão de fronteiras).
Através da Unidade de Controlo Costeiro e de Fronteiras, a instituição aloja e opera o Centro Nacional de Coordenação do EUROSUR (Sistema Europeu de Vigilância das Fronteiras), assegurando a vigilância necessária para a gestão de fluxos migratórios e a deteção de ameaças no espaço Schengen.