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Câmara de Coimbra nega envolvimento na Operação “Imergente”

Redação Central Press/
28/05/2026, 13h48
/
2 min
Entrada da Câmara Municipal de Coimbra @Central Press | Miguel Almeida
Entrada da Câmara Municipal de Coimbra @Central Press | Miguel Almeida

A Câmara Municipal de Coimbra esclareceu publicamente que não é visada em qualquer busca ou diligência relacionada com a operação “Imergente”, conduzida pela Polícia Judiciária, de acordo com nota de imprensa enviada à Central Press.

A nota oficial da autarquia surge na sequência de notícias que referiam a realização de investigações em diversas câmaras municipais e juntas de freguesia, com incidência na região de Coimbra.

A operação policial, coordenada pela Unidade Nacional de Combate à Corrupção, incide sobre as zonas de Lisboa, Mafra, Oeiras e Coimbra.

A investigação foca-se na suspeita de crimes de prevaricação e participação económica em negócio, associados à adjudicação de contratos públicos através de ajustes diretos e consultas prévias. Segundo as autoridades, estes procedimentos terão violado normas legais e causado prejuízo ao erário público.

Até ao momento, a operação resultou em cinco detenções, incluindo uma em flagrante delito por posse ilegal de arma, e na constituição de 37 arguidos.

A ação mobilizou 400 inspetores e sete magistrados, sob a direção do DIAP Regional de Lisboa.

Os detidos serão agora presentes ao Tribunal Central de Instrução Criminal de Lisboa para aplicação de medidas de coação.

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