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Anozero’26 reforça programação com iniciativas coletivas e performance

Redação Central Press/
02/06/2026, 15h52
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2 min
Nan Goldin, «The Stendhal Syndrome», 2024 © Jorge das Neves
Nan Goldin, «The Stendhal Syndrome», 2024 © Jorge das Neves

A Anozero’26 — Bienal de Coimbra mantém a sua atividade em oito espaços da cidade, incluindo o Mosteiro de Santa Clara-a-Nova e o Museu Municipal. No feriado de 4 de junho, quinta-feira, as salas do Museu Municipal localizadas na Sala da Cidade e no Edifício Chiado estarão encerradas ao público, de acordo com nota de imprensa enviada à Central Press.

A agenda de sexta-feira, 5 de junho, inicia-se às 16h00 na Galeria Sete com a inauguração de Bálsamo, uma exposição de pintura de Gil Maia que aborda a arte como um espaço de refúgio e transcendência. No mesmo dia, às 16h30, o Mosteiro de Santa Clara-a-Nova acolhe a sessão "Práticas Coletivas e Comunitárias", dinamizada pelo Coletivo BARDA, focada na relação entre a criação artística e o território.

Para sábado, 6 de junho, o programa prevê o laboratório de criação "Arte como um Processo Coletivo", entre as 14h30 e as 17h30, e uma visita guiada às exposições centrais no Mosteiro. A programação inclui ainda a vertente desportiva com a The Mosteiro Run, uma corrida com início às 17h30 nos espaços envolventes ao Mosteiro de Santa Clara-a-Nova.

A semana encerra na Praça do Comércio, às 18h30, com a performance Serán_123_123 de Breogán Xague, que explora sons e expressões da tradição oral galega e portuguesa.

Em paralelo, continuam patentes as exposições do Programa Convergente, com intervenções na Fundação Bissaya Barreto, no Seminário Maior de Coimbra, na Baixa da cidade e no Observatório Geofísico e Astronómico da Universidade de Coimbra.

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