O Município de Idanha-a-Nova concluiu a edição de 2026 do Festival Salva a Terra, evento que decorreu durante quatro dias na freguesia de Salvaterra do Extremo, de acordo com nota de imprensa enviada à Central Press.
A iniciativa, organizada através de uma parceria entre a Câmara Municipal, a União de Freguesias de Monfortinho e Salvaterra do Extremo e a QUERCUS, aliou a música do mundo à preservação ambiental e à sustentabilidade.
A programação musical integrou diversos projetos nacionais e internacionais, destacando-se as atuações de Sussurros do Levante, emmy Curl, Bandua e Ana Pinhal.
O cartaz incluiu ainda o canto polifónico do Didgori Ensemble, da Geórgia, e a herança persa de Rumi & Shams, além de uma colaboração entre o Orfeão de Leiria e as Adufeiras de Idanha-a-Nova.
No plano institucional, o festival acolheu uma comitiva do projeto europeu “DigitICH”, focada na salvaguarda do património cultural através da inovação digital.
Durante o encerramento, o vice-presidente da autarquia, Vítor Mascarenhas, sublinhou a projeção internacional do evento e reforçou o estatuto de Idanha-a-Nova como Cidade Criativa da Música, distinção atribuída pela UNESCO.
O balanço da organização enfatizou o respeito pela pegada ecológica e a valorização da identidade territorial do interior do país. A iniciativa contou também com o apoio da Naturtejo na sua estrutura logística.
