A Federação Nacional dos Professores (FENPROF) formaliza, esta sexta-feira, dia 17 de julho, uma queixa junto da Procuradoria-Geral da República (PGR) para exigir a abertura de um inquérito e o apuramento de responsabilidades pelas falhas verificadas na plataforma digital de classificação dos exames nacionais do ensino secundário, de acordo com nota de imprensa enviada à Central Press.
O processo relativo ao ano de 2026 tem sido marcado por dificuldades técnicas que levaram ao prolongamento do prazo de classificação das provas.
Inicialmente previsto para terminar a 14 de julho, o prazo foi estendido por mais um dia após o reporte de inúmeros problemas sem resposta nos fóruns de trabalho dos professores classificadores. Segundo a FENPROF, estas ocorrências indiciam uma falta de fiabilidade e credibilidade do sistema utilizado, comprometendo o rigor exigido ao processo.
A iniciativa judicial surge na antevisão da publicação dos resultados, agendada para o dia 17 de julho. A estrutura sindical fundamenta a queixa na "enormidade de erros reportados", manifestando dúvidas quanto à qualidade dos resultados que serão tornados públicos.
A entrega do documento será realizada por uma delegação do Secretariado Nacional da FENPROF, dirigida pelos seus Secretários-Gerais, pelas 9h00, na sede da PGR.
