A surfista portuguesa Yolanda Hopkins, de 28 anos, alcançou o quinto posto final no Fiji Pro, a oitava etapa do circuito mundial da World Surf League (WSL) de 2026, após ter sido eliminada nos quartos-de-final pela australiana Isabella Nichols, de acordo com nota de imprensa enviada à Central Press.
No confronto disputado nos tubos de Cloudbreak, Nichols, que ocupava o décimo posto do ranking mundial à entrada para este evento, levou a melhor na primeira troca de ondas após surfar a maior onda da bateria.
Hopkins tentou responder à desvantagem procurando a secção de tubos, mas não conseguiu encontrar a saída das ondas, terminando a sua prestação com uma pontuação acumulada de 6,77 pontos, face aos 9,67 obtidos pela adversária.
Este desempenho em ondas de consequência sucede ao terceiro lugar alcançado em Teahupoo, no Taiti, que representou o melhor resultado da carreira da atleta portuguesa.
Com o resultado obtido em Fiji, Hopkins subiu virtualmente para o 14.º lugar do ranking mundial, progredindo a partir da 20.ª posição que ocupava antes de iniciar a etapa do Taiti.
Esta evolução coloca a surfista algarvia na disputa direta por uma vaga de requalificação para o World Tour de 2027 na próxima e decisiva etapa do circuito.
A ronda final da competição decorrerá de 11 a 20 de setembro em Trestles, na Califórnia, praia que acolheu a finalíssima do circuito em anos recentes e que está designada para receber a competição de surf dos Jogos Olímpicos de Los Angeles em 2028.
O circuito registou também a subida de Francisca Veselko no ranking mundial. A surfista de 23 anos terminou o Fiji Pro na nona posição, depois de ter sido eliminada na segunda ronda pela norte-americana Lakey Peterson, atual número sete mundial.
Esta prestação permitiu a Veselko subir do 23.º para o 22.º lugar do ranking. Embora se encontre afastada da requalificação direta pelo circuito mundial principal, a atleta portuguesa mantém uma posição favorável no ranking do circuito Challenger Series, motivada pela vitória obtida na etapa inaugural do ano, o que se constitui como uma via alternativa para assegurar a permanência na elite feminina em 2027.