A Fundação Condessa de Penha Longa celebrou o seu 150.º aniversário com uma cerimónia solene marcada pela homenagem aos seus fundadores e pelo reconhecimento oficial do seu trabalho de apoio social e educacional, de acordo com nota de imprensa enviada à Central Press.
Criada em 1876, a instituição, originalmente constituída sob a designação de Asilo da Gandarinha, foi distinguida pela Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis com a Medalha de Mérito de grau ouro, aprovada por unanimidade, em reconhecimento pelo seu percurso histórico na formação e acompanhamento de crianças e jovens.
Adicionalmente, a Mesa da Assembleia Municipal de Oliveira de Azeméis aprovou, de igual modo por unanimidade, um voto de reconhecimento e louvor à instituição.
Durante a sessão comemorativa, o presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, Joaquim Jorge, destacou o prestígio da fundação no concelho e sublinhou a importância de preservar o legado dos criadores da instituição para o futuro.
A secretária de Estado Adjunta e da Juventude e da Igualdade, Carla Rodrigues, evocou a visão da fundadora Clementina Pinto Leite, assinalando que o espaço foi concebido não apenas como escola, mas também como um local de fornecimento de alimentação e vestuário que impactou a vida de milhares de famílias e cidadãos locais.
Por sua vez, a secretária de Estado da Inclusão e Ação Social, Clara Marques Mendes, enalteceu a dedicação do projeto educativo e reiterou o compromisso do Governo em apoiar a fundação perante os desafios do setor social.
O presidente da Fundação Condessa de Penha Longa, Vasco Pinto Leite, reforçou que a missão original da instituição se mantém focada em promover o desenvolvimento regional através da educação.
Segundo o dirigente, dar continuidade a este legado de cariz social ao longo de um século e meio representa a responsabilidade de honrar a história da instituição, respondendo às exigências do presente e preparando as dinâmicas de apoio para as gerações futuras.