O Mosteiro de Santa Clara-a-Nova recebe, no próximo sábado, 10 de outubro, às 16h00, a apresentação de «Impermanência — José Pedro Croft, Arte no espaço público 1998–2026», uma edição de Delfim Sardo, publicada pela Documenta, de acordo com o comunicado enviado à Central Press.
A sessão contará com a presença do artista e do autor e com intervenções de Luiana Nunes, Luís Quintais e Maria Joana Vilela.
O lançamento assinala o regresso de José Pedro Croft e Delfim Sardo ao Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, dois nomes ligados à história do Anozero — Bienal de Coimbra.Delfim Sardo foi, com Luiza Teixeira de Freitas, curador do Anozero’17 — «Curar e Reparar». Em 2020, o Mosteiro acolheu «Campo/Contracampo», de José Pedro Croft, o primeiro Solo Show do Anozero e também a primeira coprodução internacional da bienal, desenvolvida em parceria com a Fundación Cerezales Antonino y Cinia, em León, Espanha.
A apresentação de «Impermanência» no Mosteiro estabelece, assim, uma continuidade com estes diferentes momentos do percurso do Anozero e com a relação que a bienal tem vindo a construir entre arte contemporânea, espaço, arquitetura e património.
Publicado pela Documenta, a edição percorre a obra desenvolvida por José Pedro Croft no espaço público entre 1998 e 2026, reunindo quase três décadas de intervenções do artista.
A entrada é livre.
