A Escola Superior de Tecnologia da Saúde da Universidade Politécnica de Coimbra (ESTeSC-UPCoimbra) recebe, esta sexta-feira e sábado, 23 e 24 de outubro, o 7.º Congresso Nacional de Fisiologia Clínica. O encontro reúne cerca de 300 participantes para debater os desafios da transformação digital na saúde e a importância de manter a humanização dos cuidados, de acordo com nota de imprensa enviada à Central Press.
Subordinado ao tema “Fisiologia Clínica 2.0: Ciência, Tecnologia e Humanização na Era Digital”, o congresso aborda questões como a utilização de dispositivos wearables na prática clínica, a automatização de relatórios de exames de diagnóstico e a monitorização de doentes no domicílio.
A neurodivergência é também um dos temas em destaque, tanto no contexto dos cuidados de saúde como no educativo. O programa pretende promover a reflexão científica e sensibilizar os participantes para questões sociais associadas a esta realidade.
A ESTeSC-UPCoimbra lidera a organização desta edição, em colaboração com a Escola Superior de Saúde do Porto, a Escola Superior de Saúde de Lisboa e a Escola Superior de Saúde Dr. Lopes Dias, instituições públicas de ensino superior que também ministram a licenciatura em Fisiologia Clínica.
Dirigido a estudantes, docentes, profissionais e monitores de estágio, o encontro conta com palestrantes nacionais e internacionais. No primeiro dia, estão ainda previstos cinco cursos pré-congresso dedicados às duas áreas profissionais abrangidas pela licenciatura: Cardiopneumologia e Neurofisiologia.
A sessão de abertura está marcada para sexta-feira, às 14h00, no auditório António Arnaut da ESTeSC-UPCoimbra. A cerimónia contará com as intervenções de Joana Soares, presidente do congresso, Graciano Paulo, presidente da ESTeSC, Cândida Malça, presidente da Universidade Politécnica de Coimbra, e Ana Abrunhosa, presidente da Câmara Municipal de Coimbra.
