Ontem, 26 de outubro, o Comando Distrital da PSP de Coimbra deteve dois homens, em cumprimento de mandados de detenção, e uma mulher por ofensa à integridade física, de acordo com o comunicado enviado à Central Press.
A primeira detenção, efetuada em cumprimento de mandado de detenção emitido pelo Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Oeste - Juízo Local Criminal de Cascais, ocorreu às 6h30, na Figueira da Foz. Foi detido e conduzido a tribunal um homem de 69 anos, a fim de ser presente à autoridade judiciária e assegurar a sua comparência em audiência de julgamento, na qualidade de arguido, após ter faltado injustificadamente à sessão anterior, para a qual tinha sido devidamente notificado.
Pelas 11h30, no Beco de S. Cristóvão, em Coimbra, foi detido e conduzido ao Tribunal Judicial da Comarca de Coimbra, que havia emitido o respetivo mandado, um homem de 31 anos, para comparência em audiência de julgamento, na qualidade de testemunha. A detenção ocorreu na sequência da sua falta injustificada à audiência anterior, para a qual se encontrava devidamente notificado.
Também em Coimbra, foi detida uma mulher, de 40 anos, acusada de ofensa à integridade física. A detenção ocorreu às 14h25, na avenida Fernão de Magalhães.
Na sequência da comunicação de uma alegada agressão com arma branca, a PSP foi de imediato ao local, onde encontrou a vítima no interior das instalações da Cruz Vermelha Portuguesa de Coimbra.
Segundo foi apurado, a ofendida teria sido atingida com um golpe de arma branca na zona das costas enquanto se encontrava na paragem dos Serviços Municipalizados de Transportes Urbanos de Coimbra (SMTUC), a aguardar transporte.
A vítima identificou a presumível autora da agressão, alegadamente motivada por desentendimentos de âmbito pessoal. Uma testemunha presencial afirmou ter observado a suspeita a desferir o golpe na vítima.
A suspeita foi intercetada nas imediações por familiares da ofendida e posteriormente entregue à PSP, que procedeu à sua detenção. A arma branca alegadamente utilizada na agressão foi apreendida, tendo a vítima sido transportada para uma unidade hospitalar para receber tratamento médico.
A ocorrência foi comunicada à Polícia Judiciária e ao Ministério Público, tendo sido determinada a tramitação do processo sob a forma especial de processo sumário, com apresentação da detida à autoridade judiciária.
Atendendo à inexistência de residência fixa da detida e à necessidade de salvaguardar a proteção da vítima, foi determinada a sua permanência sob custódia policial até à respetiva apresentação judicial.
