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Rita Cortezão no Verão no Centro Histórico

Redação Central Press/
11/08/2026, 11h17
/
3 min
Imagem ilustrativa @rawpixel.com freepik
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Rita Cortezão estreia-se em concerto na Covilhã na segunda noite do Verão no Centro Histórico, a 14 de agosto pelas 21h30, no Largo de Santa Marinha (entre o quartel dos Bombeiros e a antiga Casa do Benfica).

Com esta iniciativa, o Município pretende dinamizar a zona histórica, dando a conhecer mais sobre a(s) história(s) das suas ruas e proporcionado a fruição de espetáculos musicais de qualidade. Após o sucesso das edições anteriores, com as visitas guiadas encenadas mais participadas do país e dando a conhecer à Covilhã o melhor da nova música nacional, o Verão no Centro Histórico tem como objetivo levar as pessoas para a rua, em grandes noites de cultura no coração da cidade.

As visitas guiadas encenadas começam e terminam no local dos concertos, lugares improváveis e emblemáticos do centro histórico da Covilhã. O evento é gratuito e de participação livre.

Rita Cortezão é o nome artístico da cantautora Rita Cortesão Monteiro. Começou a tocar piano com 5 anos, escreve canções desde que se lembra e escreve, canta e toca de olhos fechados, sendo uma das artistas mais promissoras da atualidade na música nacional.

Rita Cortezão foi a grande vencedora da edição deste ano do Festival Termómetro, onde levou também o prémio de Melhor Canção, com "o tempo que fica". Junta-se assim a grandes nomes que o Termómetro já revelou desde 1994: Ornatos Violeta, Silence Four, Capicua, Noiserv, Richie Campbell, Ana Bacalhau, Marta Ren ou Tatanka, entre tantos outros. Com esta vitória, a artista assegurou presença, neste verão, nos palcos de três dos principais festivais nacionais: NOS Alive, Bons Sons e Vodafone Paredes de Coura.

"tudo, um pouco" é o nome do seu primeiro registo de originais, editado em 2025 com o selo Discos Submarinos. Co-produzido pela artista e por Benjamim, “tudo, um pouco” assume desde o título a diversidade sonora e temática que atravessa as suas dez canções, revelando também o fascínio da artista por jogos de palavras. Somos embalados pela voz de Rita Cortezão numa viagem que atravessa as inquietudes e a frustração com as demandas da modernidade, o desassossego de quem sonha crescer para além da monotonia da cidade onde nasceu, as incertezas em relação ao futuro ou o luto por alguém que se amou profundamente. Num disco de estreia profundamente vulnerável, é precisamente nessa exposição emocional que reside a sua maior força — e a origem da ligação íntima e imediata que estabelece com quem o escuta. Em palco, todas estas camadas resultam num concerto intenso e numa proximidade arrebatadora com o público. Entre piano, teclados e elementos eletrónicos, Rita Cortezão revela-se uma cantautora luminosa e de uma sinceridade rara.

O Verão no Centro Histórico prossegue todas as noites de sexta-feira do mês de agosto, sempre às 21:30, com novas visitas guiadas encenadas e concertos de Margarida Campelo (21 de agosto, no Poço Grande, Rua José Caetano Júnior) e da covilhanense Filipa Bidarra (28 de agosto, no Jardim Público).

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